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27 de January de 2012

Doces saudáveis para comemorar o Dia das Bruxas

Postado por: Mundo Verde em 30 de Outubro de 2009

Amanhã é 31 de outubro, dia em que se comemora o Halloween, a tradicional Festa das Bruxas tão comum nos países anglo-saxônicos, em especial os Estados Unidos.

As abóboras são símbolos tradicionais do Dia das Bruxas

As abóboras são símbolos do Dia das Bruxas

A origem da festa está ligada aos povos celtas, que há mais de dois mil anos comemoravam o festival de Samhain na região onde hoje encontramos a Irlanda. O festival, realizado entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro, marcava o fim da estação verão e o inicio do ano novo.

Acredita-se que na passagem da noite do Dia das Bruxas, as almas saem de seus túmulos e partem pelas ruas amedrontando todos aqueles que estão por perto.

Aqui no Brasil é muito comum ver o Dia das Bruxas sendo comemorado em instituições de ensino, clubes, casas noturnas e shopping centers. Mas nos Estados Unidos a festa mobiliza todas as famílias, que fazem fantasias para as crianças e distribuem doces. As crianças fantasiadas saem às ruas batendo de porta em porta com a frase “Doce ou Travessura”, e ganham pirulitos, balas e chocolates dos donos das casas.

Crianças fantasiadas pedem doces no Dia das Bruxas

Crianças fantasiadas pedem doces no Dia das Bruxas

Para pensar em uma noite de Dia das Bruxas mais saudável, vamos recordar a lista de guloseimas saudáveis preparada pela nutricionista da Rede Mundo Verde, Flávia Morais:

  • Cookies Integrais: além de saborosos, são fontes de energia, fibras, vitaminas e minerais. Ótimos substitutos dos biscoitos tradicionais, que são altamente calóricos, pobres em nutrientes, contêm alto teor de gorduras saturadas e trans, além de serem elaborados com ingredientes refinados.
  • Chocolate à base de soja: adoçados com açúcar orgânico, isentos de colesterol, lactose e glúten. Os chocolates convencionais contêm alto teor de colesterol, açúcares e gorduras saturadas.
  • Barras de frutas: barra totalmente natural feita com frutas e castanhas. Sem corantes, conservantes e açúcar. Rico em fibras.
  • Snacks Integrais: ao contrário dos tradicionais, os snacks integrais são assados, ricos em fibras e livres de corantes artificiais.
  • Brownie de Soja: deliciosa opção de sobremesa, com a vantagem de ser rico em fibras, vitaminas e minerais. Sem lactose e glúten.
  • Frutas secas: crocantes, sem adição de açúcar e conservantes, mantendo as características nutricionais, como os teores de vitaminas, minerais e fibras contidos nas frutas.
  • Paçoca de Soja: além de saborosa, é nutritiva. Fonte de vitaminas do complexo B e fibras.
  • Sucos de frutas orgânicas: sem adição de conservantes e corantes. Isentos de fertilizantes químicos e agrotóxicos. Fontes de vitaminas e minerais antioxidantes.

Comemorem o Dia das Bruxas com alimentação saudável!

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Vocês notaram as diferenças do visual do Blog Mundo Verde? Estamos trabalhando no layout para que o Blog fique ainda mais interessante para vocês, leitores! Sugestões são bem-vindas! Deixem um comentário ou escrevam para blog@mundoverde.com.br.

Dicas de germinação de grãos

Postado por: Mundo Verde em 28 de Outubro de 2009

O material de hoje foi produzido pela nutricionista da Rede Mundo Verde, Bruna Murta, a partir de um comentário da leitora Tatiane Teixeira no post “Mais sobre a linhaça: mitos e verdades”. Tatiane queria saber mais sobre o consumo da linhaça e sobre processos de germinação da semente. Como a linhaça está em alta e é grande o número de pessoas que nos escrevem com dúvidas semelhantes, resolvemos fazer um post sobre o assunto. Confiram:

As melhores formas para o consumo da linhaça são triturada e/ou germinada, pois ao consumirmos a semente de linhaça inteira, nosso sistema digestivo não consegue romper sua casca e seus nutrientes não são disponibilizados ao organismo. Pode-se consumir a semente inteira, sem problemas, porém, esta oferecerá somente fibras que irão melhorar o funcionamento intestinal e controle da saciedade.

A semente de linhaça quando triturada (triturar em casa e conservar em geladeira em pote hermeticamente fechado por até 3 dias), tem sua casca rompida e, assim, libera os nutrientes que apresentam efeitos benéficos ao organismo, como o ômega 3, a lignana, além das fibras.

A linhaça triturada é uma das boas opções de consumo

A farinha de linhaça é uma boa opção de consumo

A germinação da semente, assim como de outras sementes e grãos, é a fase mais nutritiva da planta. Nela, o valor nutricional dos grãos assemelha-se ao das frutas e verduras, e os teores de proteínas, vitaminas e minerais estão elevados. O processo de germinação corresponde a uma espécie de pré-digestão, assim, os nutrientes presentes nas sementes germinadas são de mais fácil absorção pelo organismo. Os grãos ou sementes germinados fornecem mais energia, reduzem o estresse mental e emocional.

Todas as sementes comestíveis, tanto pelo homem como pelos pássaros podem ser germinadas: girassol, painço, aveia, trigo, linhaça, arroz, quinua, centeio, cevada, lentilha, ervilha, etc.

brotos

Como preparar:

  1. Colocar de uma a três colheres de sopa de grãos num vidro e cobrir com água limpa;
  2. Deixar de molho por uma noite (8 horas);
  3. Cobrir o vidro com um pedaço de filó (ou voal) e prender com um elástico. Despejar a água e enxaguar bem sob a torneira;
  4. Colocar o vidro inclinado num escorredor num lugar sombreado e fresco;
  5. Enxaguar pela manhã e à noite. Nos dias quentes é preciso lavar mais vezes.

Grãos germinados fazem um bom saunduíche natural

Grãos germinados no saunduíche natural

Será observado que os grãos ou sementes começarão a nascer (irá surgir o que chamamos de “narizinho”). O “narizinho” é a raiz que se aprofundará na terra. Esta fase de desenvolvimento da semente é chamada de germinação.

Os grãos iniciam sua germinação em períodos variáveis. Em geral estão com a sua potência máxima logo que sinalizam o processo do nascimento, quando ficam prontos para serem consumidos.

Os grãos germinados devem ser consumidos exatamente como estão. Estarão macios não sendo necessário cozinhá-los. Se cozidos, perderão sua energia vital. Podem ser adicionadas à comida ou em sucos.

Mais informações sobre a intolerância a lactose

Postado por: Mundo Verde em 26 de Outubro de 2009

Já postamos aqui no Blog um conteúdo muito interessante sobre os cuidados na alimentação de quem tem intolerância a lactose.

leite despejado

A busca por informações sobre esse tipo de restrição alimentar tem sido tão grande que a nutricionista da Rede Mundo Verde, Natalia Lautherbach, produziu mais um material interessante, com informações sobre esse tipo de restrição alimentar.

Confiram:

A intolerância à lactose é caracterizada pela incapacidade de digerir o açúcar lactose, ingrediente característico do leite materno, do leite de vaca e de seus derivados.

A digestão e consequente absorção da lactose depende de uma enzima digestiva chamada lactase, produzida pelas células da mucosa do intestino delgado. Na ausência desta enzima, a lactose não é digerida e nem absorvida acarretando diversas reações no organismo, como náuseas, diarreia, dores abdominais, gases e desconforto.

A intensidade dos sintomas é decorrente da quantidade de lactose ingerida e da tolerância de cada pessoa. As reações podem ocorrer em minutos ou levar algumas horas.

Quando nascemos temos enzima lactase em abundância porém, com o passar dos anos sua produção diminui. A intolerância pode acometer recém-nascidos ou indivíduos adultos, permanente ou temporariamente. O tratamento consiste apenas na retirada total ou parcial de alimentos fonte de lactose da dieta.

O consumo de derivados do leite também deve ser diminuído

O consumo de derivados do leite também deve ser diminuído

Sendo assim, faz-se necessário realizar acompanhamento médico e nutricional em intolerantes à lactose, visando a garantir a oferta de todos os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo, principalmente quando se trata de crianças e adolescentes.

Nas Lojas Mundo Verde são comercializados diversos produtos isentos de lactose, tais como: chocolates, biscoitos, cookies, bolachas, bolos, pães, torradas, doces, barras de cereais, farinhas, leites (soja, arroz, trigo, aveia), tofu (original, temperado e defumado), leite condensado de soja, creme de leite de soja, shakes, mistura de cereais integrais, cacau em pó, pó para preparo de pudim, geléias, frutas liofilizadas, sucos e xaropes para preparo de sucos, entre outros produtos.

No site do Mundo Verde vocês também podem ter acesso a receitas próprias para quem tem intolerância a lactose. Se tiverem dúvidas podem escrever também para o Alô, Nutricionista ou ligar para 0800 022 25 28.

Mundo Verde apóia o Movimento + Feliz

Postado por: Mundo Verde em 23 de Outubro de 2009

Quem visita o site do Mundo Verde com frequência já deve ter percebido uma nova imagem que apareceu na barra lateral esquerda. É o Movimento + Feliz, que foi lançado esta semana em São Paulo.

+Feliz

O + Feliz é um movimento da indústria, comércio e profissionais liberais que pretende levar as pessoas a participarem de causas sociais. O projeto também promove o voluntariado e doações. A meta é conseguir que as pessoas se sensibilizem e participem de ações pelo bem comum, além de envolver e comprometer a sociedade em geral.

Convidado para apoiar o projeto, o Mundo Verde prontamente aceitou o convite e colabora com o movimento solicitando a todos que doem um pouco do seu tempo para apoiar um projeto voluntário.

A cada ano, o + Feliz apoiará um determinado projeto social. Para este ano, a escolha foi pelo Projeto Aprendiz, conhecido por seu trabalho em favor da educação. Um de seus programas é o Bairro Escola, que procura transformar os mais diversos locais em espaços educativos, promovendo o mapeamento das capacidades administrativas de cada comunidade e suprindo a desconexão entre esta, empresas e poderes públicos.

O Projeto Aprendiz está localizado em São Paulo, mas já inspirou outras iniciativas semelhantes em diversas cidades e Estados.  Se em sua cidade não há Projeto Aprendiz ou o Bairro Escola, você pode tomar uma atitude consciente e voluntária para ajudar a região onde mora e trabalha.

O cantor Daniel já aderiu ao movimento e está fazendo a sua parte por um mundo + Feliz

O cantor Daniel já aderiu ao movimento e está fazendo a sua parte por um mundo + Feliz

Escolha um colégio, uma instituição de caridade, um asilo ou o movimento social de sua preferência e faça alguém + Feliz com sua presença, seu carinho, sua atenção. E você verá que pode ser + Feliz também!

Para saber mais sobre o projeto, acesse o site clicando aqui.

Os perigos do sal refinado

Postado por: Mundo Verde em 21 de Outubro de 2009

Dia 19 de outubro, segunda-feira, foi comemorado o dia do médico. O post de hoje fala de um assunto que preocupa muitos profissionais da saúde e que serve de alerta para todos: os perigos do consumo excessivo de sal refinado.

Os trechos abaixo foram extraídos de um artigo do site do Dr. Márcio Bomtempo, médico clínico geral, homeopata, especialista em saúde pública, membro da Associação Brasileira de Nutrologia. Confiram:

OS PERIGOS DO SAL REFINADO E AS VANTAGENS DO SAL MARINHO NATURAL

Sabe-se que o ser humano não pode viver sem o sal. Biologistas afirmam freqüentemente a importância do cloreto de sódio para a manutenção do metabolismo e do equilíbrio do sistema imunológico, ou de defesa.

Sal: natural e na quantidade certa para o bem da sua saúde

Sal: natural e na quantidade certa para o bem da sua saúde

Na natureza os seres vivos adquirem o sódio dos alimentos, sem precisar adicionar alguma coisa, como no caso do sal extra usado pelo homem.

Na verdade, se vivêssemos em ambiente bem natural, usando apenas alimentos retirados do meio ambiente puro, não precisaríamos de sal. Porém vivemos hoje uma situação mais artificial, sendo grande o nosso desgaste físico e a conseqüente perda de minerais importantes, seja pelo “stress” moderno, excesso de trabalho, perturbações emocionais (ver, por exemplo, o problema da perda de Zinco nas neuroses e psicoses) seja pelos antinutrientes da dieta comum (açúcar branco, farinhas refinadas etc.) e pela má alimentação.

Existe muita confusão, no entanto, quanto ao uso do sal marinho puro e do sal refinado, sendo que o primeiro e que contém elementos importantes e o segundo é prejudicial.

O sal marinho contém cerca de 84 elementos que são, não obstante, eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo industrial para a produção do sal refinado. Perde-se então enxofre, bromo, magnésio, cálcio e outros menos importantes, que, no entanto, representam excelente fonte de lucros.

Durante a “fabricação” na lavagem do sal marinho são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, um conhecido medicamento usado como expectorante em xaropes. Ocorre que o iodeto não é de origem natural. É utilizado para prevenir o bócio como exigência das autoridades de “controle”. No entanto é geralmente usado numa quantidade 20% superior à quantidade normal de iodo do sal natural, o que predispõe o organismo a doenças da tireóide diferentes do bócio, como nódulos (que hoje em dia as pessoas estão tendo em freqüência maior) de natureza diversa, tumores, câncer, hipoplasia etc. O sal marinho, não lavado, contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais.

Os processos de industrialização retiram os benfícios do sal

Os processos de industrialização retiram os benfícios do sal

O sal industrial é “enriquecido” com aditivos químicos, contendo então perto de 2% de produtos perigosos. Para evitar liquefazer-se e formar pedras (senão gruda nos saleiros e perde a concorrência para os sais mais “soltinhos”), recebe óxido de cálcio (cal de parede) que favorece também o aparecimento de pedras nos rins e na vesícula biliar devido à sua origem não-natural. Depois outros aditivos são usados.  Obtém-se assim o sal refinado que agrada a dona-de-casa: branco, brilhante, soltinho, rico em antiumectantes, alvejantes, estabilizantes e conservantes, mas sem cerca de 2,5% de seus elementos básicos, que não são exigidos por lei…

Entre uma das perdas irreparáveis no sal refinado está o importante íon magnésio, presente no sal marinho sob a forma de cloreto, bromato, sulfato, de origem natural.

Sabe-se que a escassez de magnésio no sal refinado favorece também a formação de cálculos e arteriosclerose, além de arteriosclerose em diversas regiões do organismo quando o cálcio de origem não natural está presente, como é caso do sal industrializado.

Sabemos que o magnésio enquanto abundante no adulto é escasso em pessoas idosas, que está relacionado à sensibilidade precoce e impotência. O organismo adulto precisa de cerca de 1g de magnésio por dia. O magnésio promove a atividade das vitaminas e estimula numerosas funções metabólicas e enzimas como a fosfatase alcalina. Participa de modo importante no metabolismo glicídico e na manutenção de equilíbrio fosfato/cálcio.

O sal marinho tem aparência semelhante ao sal refinado

O sal marinho tem aparência semelhante ao sal refinado

Não é necessário usar uma grande quantidade de sal marinho na dieta, como pode parecer. Bastam pequenas quantidades. Sabe-se também que o teor de sódio deste sal é menor que no refinado, que possui elevadas concentrações de sódio sob a forma de cloreto. Isto pode ser verificado provando-se os dois. O sal refinado produz uma sensação desagradável devido a sua concentração, ao passo que uma pedrinha de sal marinho é até agradável ao paladar.

Devido ao seu elevado teor de sódio, o sal refinado favorece a pressão alta e a retenção de líquidos, o que não ocorre com o marinho. O hipertenso pode até usar sal marinho no alimento, dependendo da sua condição clínica, pois os teores de sódio são menores.

O consumo de sal refinado é hoje muito exagerado. A quantidade usada é estimada em 30 g por dia por pessoa, sendo maior se existe o costume de usar alimentos mais salgados do que o habitual. Um prato de comida contém de 8 a 10 g de sal, não estando com sabor muito salgado. Mensalmente uma pessoa consome cerca de 1 quilo de sal, o que é já um grande excesso.

Sabemos que quando um médico atende um paciente que sofre de pressão alta ele diminui ou suspende o sal, pois a sua capacidade hipertensiva já é conhecida, mas nada se faz para prevenir mais casos de pressão alta informando a população sobre os efeitos do sal.

Para ler o artigo completo, clique aqui. Você pode encontrar o sal marinho nas lojas da Rede Mundo Verde.

Você sabe o que é doença celíaca?

Postado por: Mundo Verde em 19 de Outubro de 2009

Já falamos algumas vezes aqui no Blog sobre a doença celíaca, uma intolerância permanente ao glúten, proteína encontrada no trigo, centeio, cevada, aveia e malte. Com a ajuda da nutricionista da Rede Mundo Verde, Flávia Morais, preparamos este material que pode esclarecer muitas dúvidas:

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, a doença celíaca não é uma alergia, mas sim uma doença auto-imune caracterizada por lesão da mucosa do intestino, desencadeada pelo consumo de glúten.

O glúten está presente em alimentos como o milho, e seus derivados.

O milho é uma opção de consumo para os portadores da doença celíaca.

É o glúten que dá elasticidade e ajuda as massas a crescer. Pessoas com doença celíaca não conseguem digerir o glúten, e por isso ele deve ser excluído da dieta.

A doença geralmente se manifesta na infância, entre o primeiro e terceiro ano de vida, podendo, entretanto, surgir em qualquer idade, inclusive na adulta. Pode também se manifestar de forma atípica, principalmente em adultos, através de fadiga excessiva, irritabilidade, anemia resistente ao tratamento, infertilidade e osteoporose.

Os principais sintomas da doença celíaca incluem:

  • diarréia crônica ou prisão de ventre,
  • flatulência,
  • pouco ganho de peso,
  • erupções na pele.

Por se manifestarem de um a quatro dias após a ingestão do alimento, torna-se difícil para maioria relacionar qual alimento ocasionou o sintoma, por isso há a necessidade de reparar e, se possível, anotar como nosso corpo responde após a ingestão dos alimentos. Para diagnóstico da doença celíaca é necessário exames e biopsia do intestino delgado.

O tratamento consiste em seguir uma dieta rigorosa, sob orientação de nutricionista, que exclua do cardápio todos os alimentos e preparações que contenham glúten. A remoção do glúten da dieta resulta na regeneração do intestino, além de acabar com os sintomas na maioria dos pacientes.

O cuidado com a leitura dos rótulos é importante para evitar o consumo de alimentos que contém glúten

O cuidado com a leitura dos rótulos é importante para evitar o consumo de alimentos que contém glúten

Evitar o glúten da dieta requer leitura cuidadosa das informações contidas nos rótulos das embalagens dos alimentos. A LEI Nº 10.674, DE 16 DE MAIO DE 2003, obriga a que os produtos alimentícios comercializados informem sobre a presença de glúten, como medida preventiva e de controle da doença celíaca.

Como alternativa, o celíaco usa arroz, milho, mandioca, polvilho, batata, quinua, farinha de banana, soja.

Nas  lojas da Rede Mundo Verde você encontra diversos produtos sem glúten, como:

  • Farinhas sem Glúten – misturas a base de farinha de arroz, fécula de batata e fécula de mandioca ou farinha de banana ou farinha de quinua para preparo de pães, bolos, cremes, molhos, empanados.
  • Pães e torradas sem glúten – feitos com ingredientes como abóbora, fécula de mandioca, aipim, mandioquinha, soja e batata.
  • Biscoitos, cookies e bolos sem glúten – elaborados com amido de milho, fécula de mandioca, fécula de batata, farinha de arroz e com sabor de coco, gergelim, gengibre, cravo entre outros.
  • Macarrão sem glúten – massas saborosas e nutritivas feitas a base de arroz ou feijão ou quinua.
  • Snacks, massas de pizza, chocolates, barras de cereal, quinua (grãos, farinha, flocos, macarrão) entre outros.

Celíacos devem ter atenção especial na escolha dos alimentos

Celíacos devem ter atenção especial na escolha dos alimentos

No site do Mundo Verde você também encontra algumas receitas e outras dicas de produtos para os portadores da doença celíaca.

Você também pode tirar suas dúvidas com as nutricionistas pelo Alô Nutricionista. É só preencher o formulário ou ligar para 0800-022 25 28.

No site da Fenalcebra, a Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil há também mais informações sobre o assunto.